Um canto onde você encontra...

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sexta-feira, 18 de abril de 2014

Filme: Paixão Traduzida


2013 manda lembranças...

Copio mais abaixo o link para um filme bem divertido. Este musical de curta-metragem foi produzido e lançado ainda no ano passado e chegou a ganhar o prêmio de melhor filme na mostra de curtas brasilienses Cine Novo Museu em Dezembro. 
 
A história provavelmente vai te surpreender. Não digo mais nada sobre isso.
 
 
O roteiro é de Raíssa Balduíno e a direção, do grande Ig Uractan. Trabalhei como técnico de som nos dois primeiros dias de filmagem, substituindo o genial Henrique Vieira, e dei uma força nos últimos dias como assistente de fotografia. Seria capaz de pagar pelo privilégio de fazer parte dessa equipe.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Leitura: "As barbas do imperador", de Spacca e Lilian Moritz Schwarcz

O novo trabalho de Spacca finalmente chegou às livrarias aqui de Brasília. Se você não tiver nada mais urgente para fazer, talvez valha a pena conferir o textinho que escrevi sobre ele. Eis o link: http://papirodigital.com/quadrinhos/resenha-as-barbas-do-imperador/.

sábado, 25 de janeiro de 2014

Leitura: "O boxeador", de Reinhard Kleist

 
Escrevi alguns comentários sobre o trabalho mais recente de Reinhard Kleist, o escritor e desenhista de quadrinhos alemão. Se tiver interesse, dê uma olhada no Papiro Digital:
http://papirodigital.com/literatura/livros/resenha-o-boxeador/.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Livro: Processos Semióticos em Comunicação

 
Saudações!
 
Coisas boas para ler não faltam neste mundo. Ainda assim, se você tiver um minuto livre, vou chamar sua atenção para um livro em particular, lançado este ano pela editora Universidade de Brasília (UNB).
 
 
Esta coletânea de artigos é fruto das pesquisas realizadas pelo Núcleo de Estudos de Semiótica em Comunicação (NESECOM), grupo formado por professores e estudantes (graduação e pós-graduação) da Faculdade de Comunicação - UNB, assim como de outras localidades. Os capítulos avançam nas diversas instâncias da potencial relação entre a semiótica e a teoria da comunicação, tecendo reflexões com estilos, temas e referenciais teóricos variados. A proposta é pensar criativamente para não transformar a semiótica, ou qualquer outra forma de se conhecer o mundo, em um ato instrumentalista-utilitarista.
Aproveito para citar um fragmento do prólogo, assinado por Fernando Andacht:
 
«…quero recomendar com muito entusiasmo aos leitores deste livro que façam um passeio cuidadoso pelos mundos dos signos e dos seres vivos, para usar uma paráfrase do título do trabalho pioneiro da semiótica do biólogo J. von Uexküll. O subtítulo fornece mais uma ideia apropriada como convite à leitura: “um álbum de mundos invisíveis” (A picture book of invisible worlds). Que outra coisa é uma teoria senão uma ilustração razoável daquilo que não é possível enxergar com os olhos, mas que oferece uma explicação falível e valiosa disso que contemplamos lá fora?»
 
Em suma, são algumas reflexões, leituras e inquietações que o grupo gostaria de partilhar com você.
 
O livro já está disponível no site da Livraria Cultura, onde você também pode conferir uma breve sinopse, parte da introdução escrita por Pedro Russi:
Os brasilienses de maneira geral também podem adquirir cópias na Livraria Sebinho da 407 Norte e nas lojas da Editora UNB, localizadas na própria Universidade de Brasília. A Biblioteca Central da Universidade (no Campus Darcy Ribeiro) também possui exemplares à disposição para consulta.
 
Encerro copiando, logo abaixo, o sumário do livro:
 
Prólogo: um passeio guiado e ilustrado pelos mundos da Semiótica e da Comunicação
Fernando Andacht
Prolegômenos – noções de uma história e episteme
Pedro Russi
1. Provocações e ação do signo: “pichações”
Pedro Russi
2. O trabalho com o detalhe: sobre índices, resíduos e realidade
Claudia Busato
3. Iconicidade
Emília Silberstein
4. A geração de sentido em socioletos da internet
Natália Botelho Horta
5. Abdução, razoabilidade e Alice: reflexões sobre o processo de descoberta
Maria Vitória Canesin
6. Reflexões sobre o pragmaticismo a partir da configuração da temporalidade de Lola
Mariana Tesch
7. Cultura e Comunicação em desenvolvimento
Asdrúbal Borges Formiga Sobrinho
8. O real como signo: a concepção da verdade no pensamento de Charles S. Peirce
Walter Romero Menon Jr.
9. Roman Jakobson, precursor do pós-estruturalismo?
Silnei Scharten Soares
10. Dúvida e ciência em C. Peirce: reflexões para o campo da Comunicação
Flávio A. Queiroz e Silva e Ana Rita Cunha
11. O conceito peirceano de terceiridade como sustentação para o meio de comunicação como extensão do homem
Walter Gomes
12. As verdades de William James e o absoluto de Henri Bergson – um exercício reflexivo sobre o conhecimento
Igor Z. Cerqueira
 
Obrigado pela atenção e boas leituras!
 

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Estrearam os filmes QUINQUILHARIA e SOMOS TODOS INOCENTES!

Aconteceu nesta última Quarta-feira a estreia de dois filmes nos quais este que vos fala teve a honra e o privilégio de participar.
Somos Todos Inocentes foi filmado no início deste ano. A direção e o roteiro são de Pedro Beiler e eu fiz a captação de som direto. O roteiro de Quinquilharia, por outro lado, é de minha autoria, enquanto a direção é do incansável Maurício Campos Mena.
O evento todo foi muito bom, como não poderia deixar de ser. Sem pompa exagerada, sem discursos desnecessários: foi, simplesmente, a ocasião de começarmos a dividir estes filmes com outras pessoas.

Parte da equipe de Quinquilharia. Foto tirada no último dia de filmagens, ainda em 2011.
Quinquilharia (ou "Quincas", para os íntimos) passou pouco mais de um ano em pós-produção, enfrentando desafios tanto criativos quanto técnicos. Se hoje ele está aí, caminhando com suas próprias pernas, é principalmente por conta da determinação e entusiasmo do diretor. Desde o início, quando eu ainda não fazia ideia de quem iria dirigir aquele troço que estava escrevendo (só sabia que não seria eu), Maurício demostrou um interesse e uma seriedade exemplares. Aprendi muito durante nossa colaboração e espero ter sido capaz de retribuir de alguma forma.
Da forma como vejo tudo isto, a partir do momento em que se tornou um roteiro efetivo (ou seja, parte do processo de se fazer um filme), este projeto já não era mais nem meu, nem do Maurício, nem meu e do Maurício juntos. Em termos de autoria, ele pertence a todas as pessoas envolvidas no projeto, pois não poderia ser o que é hoje sem a presença e o trabalho de cada uma delas. Por isso, se não agradeço explicitamente a todas essas pessoas, é porque não acho que elas me tenham feito algum favor. Só espero que tenham encontrado, nesse esforço coletivo, algo como a satisfação e o orgulho que tive em trabalhar com elas.
 
Pessoalmente, acho que a melhor parte de ter o filme pronto e acabado é que, a não ser para fins de análise (seja com interesse histórico, didático, estético etc.), nem roteiro, nem direção, nem captação de som, nem edição, assitência de direção ou qualquer uma dessas partes do processo existem mais. Agora, o filme já vive. Não precisamos mais pensar por ele, pois ele já pode pensar e falar por si mesmo.  

Parte da equipe de Somos todos inocentes. Foto tirada logo após o término das filmagens.

Sobre Somos todos inocentes vou falar menos. O período de filmagens foi extremamente divertido e me deu a chance de, mais uma vez, trabalhar com pessoas que prezo e admiro. Ao final, estava convencido de que um set de filmagens pode ser a melhor coisa do mundo.